Projeto Curso de Culinária

Atenção:O Ministério da Saúde adverte: “Este é um projeto perigoso, pois pode engordar…” rsrs

Gente, fizemos isso em diversos locais, em igrejas, em escolas públicas, em instituições, e foi muito legal.

Provavelmente você mesmo ou alguém da sua comunidade poderá executar, vou começar pelo ultimo projeto destes que realizamos, foi na cidade de Sorocaba e minha esposa Irene (aquela que já cuidou de mais de 300 crianças orfãs, ela mesma…) ensinou as crianças da igreja a fazer pão doce, foi muito divertido e saboroso.

   

Estas fotos são de Sorocaba.

Uma criança jamais esquece a atenção (ou a desatenção) que recebe, não foi assim com você também, ao recordar momentos singelos em que os adultos te deram atenção em algo até mesmo corriqueiro e simples, como colar figurinhas no álbum, coisa que eu me lembro vividamente que meu pai fez comigo quando eu tinha uns 6 ou 7 anos. Aquela professora ou professor que te marcaram, aquele familiar que sempre tinha algumas palavras de atenção e carinho para com você.

Quero fazer disso um pano de fundo, abrindo um parenteses, para me referir as igrejas que não dão espaço para as suas crianças na liturgia do culto, isso me entristece demais. A coitada da criança fica de canto e somente em alguns momentos tais como Páscoa ou Natal ou o Dia da Criança, lhes dão um espaço para um jogral, um teatro ou um cântico.

Esta falta de contato nos impede de detectarmos os problemas que ocorrem na vida de uma criança e só quando é tarde demais vem a pergunta: “Onde foi que eu errei?”.

Pois bem, eu tive a felicidade de frequentar uma igreja que me ensinou o valor do idoso, o valor da criança, o valor dos membros mais humildes, dos portadores de deficiências, enfim, uma igreja cristã que buscava ir além da própria liturgia e religiosidade, buscava viver um evangelho inclusivo.

E desta forma tenho pastoreado crianças, idosos, pessoas problemáticas, e já cuidamos até de indígenas bem humildes. Não existe diferença. Podemos conversar com um Down e aprendermos tanto, que se dirá então de ouvirmos os idosos com suas experiencias e sabedoria…Também já ministramos para crianças de diversos níveis sociais e em diversos países, são todas crianças, é a mesma coisa quando damos atenção a elas. Quando cantamos com elas, brincamos com elas, nos assentamos com elas e as ouvimos, um mundo se descortina diante de nós.

Atualmente assistimos apresentações nas igrejas e não temos mais os cânticos congregacionais, as vezes sem ritmo e desafinados é bem verdade, mas tão abençoados!!!

Voltemos para as guloseimas.

Você precisará de um espaço, de material de higiene, tais como luvas e toucas para cabelo (as crianças adoram isso), quem sabe uns aventais também, se tiver.

Alguém que tenha carinho em ensinar e ao mesmo tempo muito cuidado para não deixar as crianças se acidentarem, lhes acompanhando no passo a passo das receitas. Nós já tivemos estes momentos fazendo pão doce, pão salgado, pão de queijo, bolo, pizza, esfirra, dentre outras guloseimas.

Curso de Panificação em Franca

Desde o tempo em que tínhamos o orfanato já fazíamos isso com as nossas crianças e dá muitas saudades destes momentos.

Talvez você pai ou mãe, em virtude da correria e do stress cotidiano, sufocado quem sabe até mesmo pela sua religiosidade, não tem dispensado esta atenção nem mesmo aos seus filhos, dentro da sua própria casa. É tempo de começar se não o fez ainda, vá preparar um bolo com seus filhos, sujar a mão de massa, e brincando aproveitar estes momentos para sentir o coração dos seus filhos, ouvir suas preocupações e probleminhas que pra eles são problemas tão importantes quanto os nossos problemas de adultos.

E a condição financeira não justifica a falta destes momentos, pois mesmo na escassez podemos fazer até mesmo uma “massinha”… Não sabe o que é uma massinha? rsrsrsr e uma “plasta”? rsrsrs Piorou?

A massinha nós preparávamos no orfanato, final daquela tarde bem bonita, na cidade de Vilhena, Rondônia, rodeados de crianças bem ativas e alegres. Como se faz quando você não tem muita coisa, nem mesmo uma pipoca sequer?

Você usa apenas a água e a farinha, com sal ou açúcar, estica a massa bem fininha, corta em pedacinhos e frita, fazíamos um chá mate para acompanhar e era uma alegria geral, até hoje eu faço isso em casa, mas modero na fritura, pois agora já sou idoso, tô no “bico do corvo” como costumam dizer por aí. rsrs.

A tal da “plasta” também fazíamos muito no Orfanato e eu ainda faço em casa, também é farinha, água, sal, e se acrescenta um ovo. Minha avó italiana (Carolina Donato, uma calabresa enérgica) e também mineira de Guaxupé, era quem fazia isso com tanto carinho e nos servia com café. Depois de a massa ficar meio liquida vai pra frigideira e logo sai o que você talvez não conheça como “plasta”, mas certamente conhece como Panqueca, versão mineira…

Bom, continuando, e agora que você talvez até esteja mais inspirado, se você estiver dando o seu “Curso de Panificação” em uma comunidade carente provavelmente vai ter de bancar tudo, do contrário e se o contexto for apropriado, peça aos participantes que tragam os ingredientes, pois ao final do curso eles irão levar para suas casas o resultado da aula.

Estas fotos são de Araçariguama.

Veja a realização estampada na face desta jovem ao retirar do forno os pães que ela mesma fizera,e ela estava aprendendo para poder ajudar na renda familiar.

 

Tivemos em São Paulo, no ano de 2008 e 2009, um rapaz que frequentava nosso trabalho voluntário em uma escola publica da periferia da zona norte de São Paulo, ele parece que tinha nascido para cozinhar pois tinha muita facilidade e prazer em trabalhar na cozinha. Ele morava em um abrigo de menores bem próximo da escola e vinha todos os sábados, e com Irene ele aprendeu a fazer bolo, pizza, pão doce e salgado, além esfirra e pão recheado, e ao término ele saía muito feliz levando para o abrigo o que havia preparado. Foi muito legal.

Embora minha esposa e eu estivéssemos passando por uma fase financeira muito difícil, precisando inclusive abandonar os estudos (ela estava cursando o segundo ano de Pedagogia e eu o primeiro ano de Direito), e mesmo que nem ela e nem eu tenhamos concluído a nossa Faculdade, eu posso ter essa memória tão rica para compartilhar com vocês, pois a situação difícil não pode nos impedir de socorrer e ajudar os que precisam de nós.

 

Pois bem, você tem um espaço na sua igreja, um fogão com forno? Se não tiver leve um, mas faça isso com suas crianças e adolescentes e por que não até mesmo com os adultos, pois trata-se de uma atividade profissional digna e rentável, e eu mesmo vendi salgados na rua quando fui missionário, e com isso sobrevivemos naquela época.

Não precisa uma fortuna e tampouco uma burocracia enorme para se fazer um Projeto Social, você não acha este Projeto de Culinária simples e eficaz?

Obrigado por ler até aqui e, se for possível a você, adquira um dos nossos Ebooks adquira um Curso de Capelania, porém se você deseja muito adquirir mas estiver passando por uma fase difícil, sem dinheiro, talvez desempregado quem sabe, escreva para nós e eu terei alegria em te doar os ebooks ou até mesmo doar uma Bolsa do Curso de Capelania, o que já fizemos pra muitas pessoas e com muita alegria. Todavia tenha em conta de que precisamos do dinheiro para poder investir em nosso ministério, então desejamos doar para quem realmente precise, e não para os que querem somente receber coisas de graça sem nem mesmo ter qualquer finalidade com o material ou com o nosso curso.

Comece agora mesmo e faça acontecer em sua igreja!!!

Com amor, Pr. Daniel

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Assista agora a Aula 1

Pr. Daniel Ferreira

Sobre o pastor Daniel Ferreira de Souza: – Pastor desde 1985 ( pela Church of God in Christ) - Atualmente servindo como Pastor na Sede da Convenção Estadual das Igrejas O Brasil para Cristo no Estado de São Paulo. – Casado com a Missª Irene ha 38 anos, são pais de Fabio (37) e Keila (32) e avós de Caio – Bacharel em Teologia (FTSA) – Psicanalista Clínico – Escritor e Palestrante.

Website: http://www.igrejaatuante.com.br

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